Projeto Social

projeto sociocultural

O que é?

Coordenado pela artista plástica Ana Veloso, o Estado de Arte prepara a comunidade local e apoia os artesãos de modo a qualificar esteticamente a produção e o produto. Dessa maneira, revitaliza a economia do município, transformando-o em pólo auto-sustentável de arte e turismo. 

O desenvolvimento do trabalho artesanal, eleva a renda, a auto-estima e a qualidade de vida dos artesãos e da comunidade em geral, de distritos e povoados do município de Belo Jardim – PE.  

Utiliza-se, nas produções, material simples e abundante na região. Barro do rio Ipojuca, semente de mulungu, buchas de rama, pó de cana brava, cipó, saco de cimento, casca de ovo e raspa de couro dão origem a caixas, colares, pratos, gravuras, tapetes, assentos, molduras, bolsas, porta-retratos e diversos utilitários. Tudo criado de forma rústica e instintiva. 

A cerâmica, por exemplo, é feita toda manual – não há uso do torno de oleiro – e ainda, com a pintura das peças produzidas com penas de galinha. . Quanto à queima, todos usam rústicos forno a lenha. As peças têm valor duplo: decorativo e utilitário, posto ser o barro da região resistente ao uso do fogo. 

“Nunca quis ensinar ninguem. Se você ensina, as pessoas copiam mecanicamente. Procuro fazer com que explorem suas potencialidades”  Comenta Ana Veloso. 

 

Estratégia de Ação

Participam do projeto aproximadamente 150 artesãos cadastrados, que complementam suas rendas familiar com a venda de cerâmica, cestarias, artigos em couro, cordas etc. A meta é ampliar esse horizonte.   

 → A cada mês, o projeto disponibiliza recursos para receber dois artistas convidados, durante dois dias. Eles dinamizam as oficinas, trazem novos ensinamentos e estimulam o uso dos materiais advindos do desperdício do entorno e da biodiversidadBarro, palha e couro (lixo dos curtumes)e local. 

→ São 10 aulas/oficina mensais, contabilizando ?? horas de aula.  

 → No ateliê de Ana Veloso há uma exposição permanente  da artista responsável pelo projeto, dos artistas convidados, e das peças resultado das oficinas. 

 → O artesanato segue para o Centro de Artesanato Tareco & Mariola, localizado no município Belo Jardim, para loja em Serra dos Ventos, Recife, Rio, São Paulo etc. As peças são comercializadas, gerando renda para os produtores. 

Onde acontece  o projeto 

  • Distrito de Serra dos Ventos
  • Distrito de Água Fria   – Sítio Rodrigues  & Volta do Rio
  • Belo Jardim

→ O ateliê de Ana é equipado para realização de palestras e oficinas de artesanato e artes plásticas, dispõe de exposição permanente.  

→ Muitas comunidades afastadas recebem a visita da coordenadora regularmente, o que podemos chamar de “ateliê móvel” - uma solução inovadora, para diminuir as distâncias - abstratas e reais – do povo à informação, ao projeto, ao novo mercado.   

Estradinhas de barro levam o Estado de Arte aos sítios isolados, onde artesãos exercitam seu ofício anonimamente.
 
 

Resultados

No decorrer desses 3 anos, os artesãos e seus produtos já são representantes do seu Município em Feiras de Arte e Artesanato, como FENEARTE e FEBRAARTE .  

→ A introdução de técnicas, design e profissionalismo mostrou resultados inalienáveis, como o prêmio de melhor artesanato na FENEARTE 2010.  

→ Foi construido um Centro de Arte, em casa cedida pela Prefeitura de Belo Jardim. 

 → O distrito de Serra dos Ventos transformou-se em  ponto de produção de artesanato de alta qualidade. Aprimoramento e aumento da produção e seu valor agregado.  

 → Realização de dois festivais denominados de “A Gosto da Arte”,  em Serra dos Ventos,   apoiado pelo SESC Pernambuco. 

 → A utilidade da beleza das peças artesanais, devolveu ao seu povo a dignidade esquecida nos trabalho automáticos do dia-a-dia. 

 → As peças produzidas durante as oficinas, também fazem parte de várias exposições coletivas no Recife.  

 

A qualificação do artesanato irá sedimentar a inclusão do local no roteiro turistico, lembrando que, uma cidade pode ser reconhecida pelos seus artistas, como fez  o Mestre Vitalino a Caruaru, entre um milhão de outros que poderiam ser citados.


ESTADO DE ARTE

 
 
   

 

A ação do projeto é revitalizar a veia artística e a rica produção artesanal natural do povo da região do Agreste Central pernambucano, mais especificamente dos distritos de Serra dos Ventos e de Água Fria, Município de Belo jardim\PE, localizada a 180Km do Recife.     

Qualificar e dar visibilidade à produção artística, existente no interior, reforçam características que personalizam o ESTADO de Pernambuco.       

Concebido e coordenado pela artista plástica Ana Veloso, o Estado de Arte prepara a comunidade local e apóia os artesãos de modo a qualificar – e quantificar – esteticamente a produção e o produto.      

A implantação do projeto ocorreu em novembro de 2006 e teria duração de 12 meses.       Atingindo além de sua meta original formal, o Estado de Arte trabalhou coordenadamente com apoio de patrocinadores por mais dois anos, até 2009.    

Permanece com a chancela do Ministério da Cultura, porém parcialmente em vigência, pois não houve captação de recursos para a perpetuação dos benefícios de suas ações.        

A coordenadora mantém o ateliê/museu aberto para visitação – conta com apoio da prefeitura de Belo Jardim. E, por conta de um “casamento feliz” e queira a comunidade, indissolúvel, assiste por conta prórpia, aos artesãos que permanecem carentes em multi-aspectos: socio, econômico e cultural.     

Este projeto conta com os benefícios da Lei Rouanet – 2007 Pronac 06 6735.      

  

Programa de desenvolvimento sociocultural

J Fomentar e incrementar a produção artística, introduzindo técnicas diferentes, estilo e profissionalismo;       

J Estimular a construção de uma identidade artesanal na região;        

J Criar exposições e mostras para estimular a venda dos produtos e o reconhecimento dos seus produtores.       

 

O desenvolvimento do trabalho artesanal eleva a renda, a auto-estima e a qualidade de vida dos artesãos e da comunidade em geral, de distritos e povoados do município de Belo Jardim – PE.

Revitaliza a economia do município, transformando-o em pólo auto-sustentável de arte e turismo.


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